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Pós-Silicio : IBM começa usar o grafeno...

Transistores de grafeno devem, em teoria, ser milhares de vezes mais rápidos do que o seu equivalente em silício. O material apresenta uma mobilidade eletrônica de 200.000 cm2/V.s, sinônimo de frequências de transição (ft) ultraelevadas para transistores. As aplicações na área de centenas de gigahertz ou terahertz, são assim esperadas .

Mas da teoria à prática as coisas são um pouco diferentes, uma vez que o processo de fabricação deteriora o grafeno fazendo com que o transistor perca a sua vantagem em termos de velocidade. Com o seu novo protótipo de chip, a Big Blue adotou uma abordagem totalmente nova no processo de fabricação. O grafeno é integrado numa fase tardia na produção do chip evitando, assim, que ele seja danificado durante certas etapas de fabricação.


Chips de grafeno ultraeficientes

Desta maneira os três transistores de grafeno integrados (contra um no primeiro protótipo do chip feito pela IBM em 2011) são 10.000 vezes mais eficientes que os chips equivalentes produzidos com os transistores de silício.



Grafeno: cada vez mais aplicações!

Créditos: Wikipedia


A IBM desenvolveu um circuito receptor de frequências de rádio de três estágios. O primeiro amplifica o sinal recebido antes que seja filtrado (segundo estágio ) e depois é "mixado" para passar da porta de 4,3 GHz para a banda de base. O circuito integrado fabricado sobre um wafer de 200 mm, ocupa uma superfície de 0,6 mm2 .

O circuito realmente funciona e foi capaz de receber uma mensagem em forma de texto ("IBM"). Nada espetacular, por enquanto. Entretanto, ele poderá ser o primeiro de uma série de chips para radio reunindo vantagens em termos de consumo de energia e desempenho. Em suma, o smartphone com um chip de grafeno começa a ficar mais próximo.

Silicon.Fr (Tradução - OLA).


Nota do Manager Editor - Esta matéria foi primeiramente veiculada no Boletim Em Foco Nano, Edição LIV, fevereiro de 2014 (http://www.abdi.com.br/).


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