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NOVIDADES

Chips RFID : respeito à vida privada é bom e a gente gosta !

A cada dia, a invasão de nossa privacidade torna-se cada vez mais e mais motivo de inquietação para todos nós, que desejamos, a qualquer preço, separar o que é público daquilo que é privado, portanto, que diz respeito apenas a nós, que não permitimos que violem nosso espaço, nossa intimidade, que escarafunchem a nossa vida. Exigimos respeito à nossa vida privada! Mas, do jeito que evoluem as novas tecnologias, não se sabe até quando isso vai ser possível. Ou não vai?

Nos próximos anos, produtos vendidos maciçamente por grandes distribuidores terão integrados chips RFID (Radio Frequency Identification). Por exemplo, quando comparados aos códigos de barra atuais, os RFID, ao que tudo indica, permitirão uma administração, uma "vigilância" bem mais eficiente dos estoques.




Etiqueta RFID (Radio Frequency Identification).

Créditos: Presence PC


Não obstante às vantagens de tal controle, há quem veja nisso um problema: a chegada de um Big Brother com poderes para, por exemplo, acompanhar, seguir o deslocamento de um produto que integra tal tecnologia.

Dessa forma, uma roupa que contenha um chip RFID poderá ser "espiada", "vigiada" a várias dezenas de metros de distância. Já pensou? Todavia, conta-se com várias soluções que tornam possível neutralizar a emissão das radiofreqüências. O problema é que o chip é, a seguir, inutilizado quando de uma possível volta à loja.

A IBM, "de olho no lance", fez pesquisas nesse sentido e acaba de apresentar um sistema engenhoso. Se antes a antena do chip era integrada no mesmo, agora, simplesmente não é mais: fica localizada no exterior.

Assim, uma vez o chip implantado, o consumidor não mais terá que arrancar, extirpar essa antena para estar seguro de que o chip não emitirá mais sinal há vários metros de distância. Uma vantagem, entretanto, é que o sistema RFID continua ativo, mas não emite mais, senão a dois ou três centímetros.

Uma leitura das informações contidas no produto poderá, assim, ser realizada, mesmo quando a mercadoria tiver que retornar ao consumidor.

Menos mal! Nossa privacidade ainda continua preservada. Enquanto o alvo for mercadorias, tudo bem, mas, pelo andar da carruagem, até quando?

Presence PC (http://www.presence-pc.com), 15 Mai, 2006 (Tradução/Texto - MIA).


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