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Celulose oriunda de lixo pode transformar-se em nanofibra biodegradável.

Matéria-prima renovável, biodegradável e disponível, em grande quantidade sob forma de resíduos industriais, a celulose pode, agora, ser aproveitada para a fabricação de uma fibra que, além de ser ultrafina, é altamente resistente. Isso tudo graças a um procedimento nanotecnológico, descoberto por engenheiros químicos da Universidade de Cornell, de Nova Iorque (EUA).

Tendo recebido o nome de "eletrofiação", o procedimento consiste inicialmente em dissolver a celulose e, posteriormente, transformar em fios esse polímero líquido, forçando-o - graças a um intenso campo elétrico -, a passar através de um nanoburaco de agulha, com um diâmetro de 100 nanômetros (1/10 milionésimos de metro).

Trata-se de uma técnica que possibilita a obtenção de fibras que oferecem uma superfície de contato muito maior do que as fibras produzidas por uma fiação clássica. O procedimento permite ainda que sejam criados nanomateriais, dos quais poder-se-á, em função das necessidades, ajustar as propriedades físicas, mecânicas ou químicas. Ele é ainda mais promissor, uma vez que permite utilizar como matéria-prima lixo e resíduo, oriundos da exploração de madeira e algodão.




Micrografia SEM (Scanning Electron Microscopy) de celulose obtida pelo método de eletrofiação (Cornell image).


Os pesquisadores estão apostando pesado em sua nanotécnica. Acreditam que a eletrofiação da celulose, descoberta por eles, logo, poderá permitir a produção, a baixo custo, de membranas filtrantes e de tecidos, a um só tempo não rasgáveis e biodegradáveis.

Confiantes, os pesquisadores crêem que, no limite, as novas fibras poderão ser utilizadas em roupas de proteção, filtros para ar e água e, ainda, na agricultura.

Universal Press Agency (http://www.universalpressagency.com), consultado em 04 de janeiro de 2006 (Tradução/Texto - MIA).


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