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Brasil caminha para conquistar independência no domínio da energia nuclear, diz ministro.

A INB (Indústrias Nucleares do Brasil) inaugurou nesta quinta-feira (30), na Fábrica de Combustível Nuclear, em Resende (RJ), a sétima cascata de ultracentrífugas, ampliando em 25% a produção de urânio enriquecido. Isso significa um aumento de 50% da capacidade de produção do combustível necessário para uma recarga anual da Usina Angra 1.

A inauguração faz parte da primeira fase da implantação da Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio, projeto em conjunto com a Marinha do Brasil, que visa à instalação de 10 cascatas de ultracentrífugas e deverá, ao final, atender cerca de 70% da demanda de urânio enriquecido necessário para uma recarga de Angra 1. Já a segunda fase prevê a instalação e o comissionamento de mais 30 cascatas de ultracentrífugas, o que dará à INB capacidade para atender plenamente as recargas de Angra 1, 2 e 3, atingindo uma escala comercialmente sustentável de produção.



A inauguração faz parte da primeira fase da implantação da Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio, que visa à instalação de 10 cascatas de ultracentrífugas.

Foto: Ascom/MCTIC


“Com essa inauguração, o Brasil mostra a sua capacidade e caminha para a independência no domínio da energia nuclear”, afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, na cerimônia. “É importante destacar o quanto é importante investir em ciência e tecnologia para ver projetos como esse sendo desenvolvidos.”

O diretor de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, almirante Bento de Albuquerque Jr, ressaltou a parceria de quase 20 anos com o MCTIC. “Hoje é um marco significativo para o desenvolvimento da indústria nuclear brasileira.”

O presidente da INB, Reinaldo Gonzaga, lembrou que o Brasil ocupa lugar de destaque no cenário internacional de energia nuclear. “Desenvolver a energia nuclear e suas múltiplas aplicações é a meta que perseguimos”, afirmou Gonzaga, lembrando que, com as novas cascatas, a INB amplia a presença do Brasil como fornecedor de elemento combustível para o mercado externo. “Temos capacidade de promover o ciclo completo de enriquecimento de urânio, e existe um mercado global para o fornecimento deste combustível.”

ASCOM - MCTIC. Posted: Agosto 30, 2018.


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