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Poluição: R-Pur, primeira máscara de nanofiltração para o grande público.

Os picos de poluição estão aumentando nas cidades o que tem levado cada vez mais motociclistas e usuários de veículos de duas rodas a usar máscaras antipoluição para evitar a inalação, inclusive de partículas finas de diesel, como também poeira e outros poluentes. Esta necessidade foi muito bem entendida pela start-up francesa R-Pur, co-fundada em 2016 por Matthieu Lecuyer e Flavien Hello, ambos entusiastas de motos.

O primeiro é analista de dados, enquanto o segundo é engenheiro de computação. A dupla decidiu embarcar na criação de uma máscara ergonômica e de design, mas acima de tudo, eficaz na eliminação de partículas muito finas. Dois anos de pesquisa e desenvolvimento foram realizados com o apoio do Instituto Nacional de Artesanato (Inma) francês e uma empresa industrial especializada em filtração com experiência de mais de 40 anos.


A máscara para o grande público mais filtrante do mundo

A parceria de pesquisa resultou no desenvolvimento de um sistema de alto desempenho. Enquanto o padrão europeu mais exigente para máscaras respiratórias (neste caso EN149-FF3) requer uma filtração de 0,4 microns, a do R-Pur Nano é 10 vezes mais eficiente, ou seja 0,04 micron (40 nm).



Máscara R-Pur : uma nova solução atender para os motociclistas.

Créditos: Les Echos.fr


"Somos os primeiros no mundo a oferecer aos indivíduos uma máscara capaz de filtrar nanopartículas", afirma o diretor da empresa. A R-Pur registrou em novembro de 2017 uma patente sobre o sistema de nanofiltração embutido a bordo de sua máscara. É um filtro mecânico e eletrostático. Somam-se a isso uma camada para filtração com carbono ativado e duas outras camadas, uma das quais tem um efeito repelente à água e contra a poeira e, outra, que permite respirar e com memória de forma. Esses quatro filtros são montados conjuntamente de uma maneira específica.



Matthieu Lecuyer e Flavien Hello, co-fundadores da máscara de filtragem R-Pur.

Créditos: Les Echos.fr


500.000 euros em pesquisa e desenvolvimento para criar a R-Pure

"A patente foi apresentada a uma empresa cujo nome permanece confidencial", disse Matthieu Lecuyer. Com o sócio, financiou, empréstimos, subvenções, etc., o equivalente a 500 mil euros para pesquisa, prototipagem, desenhos, croquis ... Sobre este investimento, o equivalente a 30 mil ou 40 mil euros foram gastos para depositar uma patente para proteger-se das cópias e, não menos importante, para valorizar a empresa.

"Trabalhamos com uma empresa de propriedade intelectual que nos ajudou a depositar nossa patente na Europa, bem como em diferentes partes do mundo, incluindo a América do Norte e a Ásia", diz Matthieu Lecuyer, que planeja a comercialização de seu produto em lojas especializadas. Até agora, a máscara feita na França foi exibida em sites de crowdfunding, neste caso o Kickstarter e Indiegogo. Isso gerou 191.000 euros de arrecadação.

A empresa, está sediada em Paris e já faz testes com a polícia motorizada, a alfândega e o GIGN (polícia militar francesa). Isso abre oportunidades para ele no mercado de B para B (entre profissionais). A R-Pur acaba de desenvolver protótipos de máscaras para profissionais que serão objeto de duas novas aplicações de patentes em ergonomia e novos sistemas de filtração.

Les Echos. Posted: Julho 27, 2018. Tradução (OLA).


Assuntos Conexos:
Nanotubos de carbono encontrados nos pulmões de crianças parisienses.



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