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Instituto de Tecnologia de Dublin avalia a toxicidade das nanopartículas sobre as células humanas.

No momento em que a ciência se volta para as descobertas nanotecnológicas, a sociedade - como que se autoprotegendo, se auto-resguardando daquilo que conhece pouco, ou simplesmente não conhece, pois só (e quando!) ouviu falar delas -, espera que pesquisadores se manifestem, agindo também como seus defensores, sempre que necessário.

Atento aos anseios, no Dublin Institute of Tecnology (DIT) um grupo de pesquisa trabalha firme com o objetivo de desenvolver uma expertise sobre as nanotecnologias e sua integração na sociedade.

No foco das discussões estão as seguintes problemáticas: nano-metrologia; nano-toxicologia; nano-educação e nano-regulamentação. Nessas temáticas trabalham quatro equipes de especialistas.

A toxicidade das nanopartículas - cada vez mais utilizadas em produtos de alto consumo (cosméticos, pinturas, etc.) - é discutida pela equipe liderada pelo Dr. Davoren.

Como, em nanotecnologia, está provado que tamanho é documento, sim senhor!, a questão é determinar como as propriedades físico-químicas dos materiais mudam, quando se passa a um tamanho nanométrico, principalmente em razão do aumento das superfícies de interação.

As pesquisas levadas a cabo no DIT consistiram, entre outras, na exposição de células de pulmão humano a diferentes doses de nanotubos de carbono. A grande reatividade dos nanotubos (reagem com as proteínas do líquido nutritivo da cultura, além de absorverem o corante orgânico utilizado para avaliar o estado de saúde das células) acaba impondo dificuldades para a realização dos trabalhos.

Frente aos primeiros resultados, os pesquisadores informaram que os nanotubos não parecem tóxicos às células pulmonares.

Os resultados das novas pesquisas em curso focalizam os animais de água doce, para os quais a baixa toxicidade parece se confirmar.

Dublin Institute of Technology (http://resc.dit.ie/info.html), consultado em 21 de outubro de 2006 (Tradução/Texto - MIA).



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